Da meditação à conturbação. O metrô da Cidade do México é lotado, sujo e velho. Os vagões que se salvam com cheirinho de perfume são aqueles reservados para mujereres e niños.
O cheiro de fritura e óleo sujo pelas ruas é um pouco até enjoativo... Os coloridos estão até nos anúncios de tacos...
Obs: Um Starbucks a cada esquina. Não há motoqueiros, pelo menos não os vi. Muita gente de bike, o governo incentiva a fazer tudo de bici.
Aliás aqui vai uma dica, vale alugar uma bike no Paseo de la Reforma, mas você tem que devolver até as 17h. Tem as ecobicis que não tem hora para devolver, são 10 vezes mais caras, mas estranjeiros não podem alugar a não ser que você tenha um amigo chicano que lhe empreste o cartão de crédito nacional.
Paulistano se vira em qualquer lugar, né... Cidade do México tem pessoas estranhas que nos medem, nos perseguem..... #tambemseifazercarademau.
A dica do dia fica para a caminhada de 3,5 km entre San Juan e Coyoacan. O percurso é feito pela rua Francisco Sosa, tranquila, repleta de mansões, casinhas fofas e muitas árvores.
Ao final você chega na Plaza Hidalgo onde fica uma galera bebendo e fazendo um som.
Em frente, tem o Mercado Artesanal do México. Demais para comprar tudo quanto é tipo de bugigangas. Se você é mulher, duvido que vai resistir à prataria, aos vestidos típicos bordados e aos vários artigos coloridos.
No verão, dizem que chove no início da noite. Batata! Caiu aquela chuvona...
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Valeu!!! Arriba..arriba!!